Ecos do Luar
A mansĂŁo repousava sob a noite densa, cercada por ĂĄrvores antigas que sussurravam segredos ao vento. As janelas refletiam o brilho prateado da lua, mas por dentro, tudo parecia mais escuro do que nunca. Havia uma tensĂŁo no ar â algo invisĂvel, mas tĂŁo presente que me fazia sentir o peso da respiração de cada um.
O fogo da lareira crepitava, projetando sombras dançantes pelas paredes. Eståvamos reunidos no salão principal: Rafael encostado à parede, o olhar penetrante e firme; Marco