Sangue e Luz
O quarto estava mergulhado em um silĂȘncio quase insuportĂĄvel, exceto pelo som da respiração pesada de Korran. Seu corpo lupino ocupava quase todo o tapete, os pelos negros grudados pela mistura de suor e sangue. Cada vez que ele soltava o ar, um leve rosnado escapava, como se a sombra ainda o perseguisse dentro dos sonhos.
Ajoelhei-me ao lado dele, sentindo seu calor irradiar como uma fogueira que queimava mais pelo perigo do que pelo conforto. Minhas mĂŁos deslizaram sobre seu pesc