Cap. 138
Cap. 138
Um vulto, envolto por uma capa escura que cobria todo o rosto, movia-se com passos silenciosos, como se flutuasse sobre o chão. A temperatura caiu ainda mais, e o bebê em seus braços soltou um gemido fraco.
Lana o apertou contra o peito.
— Não se aproxime! — gritou, mas a voz saiu fraca, trêmula.
O homem parou diante da cama.
Mesmo com o rosto coberto, ela sabia quem era e o que ele representava.
A energia dele era inconfundível, uma mistura de poder e podridão, antiga e cruel.
Ele sor