Cap.139
Lana tentou levantar-se, as pernas falhando, mas a força da vontade a empurrou para fora da cama.
Os pés descalços tocaram o chão gelado, e ela se apoiou nos móveis, cambaleante, o corpo dolorido.
Cada passo era uma luta, cada respiração, um fio. Mas ela precisava chegar lá, precisava alcançar Maya.
Abriu a porta, e o corredor estava mergulhado em um silêncio macabro. Os guardas estavam congelados, as expressões fixas, como estátuas vivas.
A luz da lua entrava pelas janelas, refletindo-