Os dias seguintes chegaram com uma delicadeza quase cuidadosa, como se o tempo tivesse aprendido a andar de mansinho dentro da casa. Nada havia mudado por fora — o terreiro continua o mesmo, o curral seguia exigindo atenção, a seca ainda rondava a terra — mas, por dentro, tudo parecia respirar diferente.
Isabella acordava com uma consciência nova do próprio corpo. Pequenos sinais que antes passariam despercebidos agora ganhavam importância: o cansaço que vinha mais cedo, a sensibilidade ao che