A madrugada avançou devagar, como se o tempo tivesse aprendido a andar no ritmo da fazenda. O som do violão cessou aos poucos, e o silêncio voltou a ocupar os espaços — não vazio, mas cheio de significados que já não doíam como antes.
Isabella foi a última a se levantar da varanda. Antes de entrar, olhou mais uma vez para o terreiro iluminado pela lua. Pensou no avô, em quantas noites ele deve ter passado ali, sentado no mesmo lugar, vigiando o mundo enquanto todos dormiam. Pela primeira vez, n