A porta do quarto se abriu lentamente, e Isabella entrou com passos contidos, como quem teme quebrar algo sagrado. Ao acordar cedo e observar o avô dormir, Isa foi caminhar um pouco na área externa, colocar a cabeça no lugar. O hospital tinha aquele cheiro frio e limpo, mas o que a atingiu foi outra coisa: Seu Anselmo, pálido, mas desperto. Ele piscava devagar, focalizando as sombras à frente — até encontrar os olhos da neta.
— Até que enfim trouxeram um pedaço de sol pra esse quarto. — murmuro