Isabella permaneceu ali, com a cabeça apoiada no ombro de Rafael, ouvindo o ronronar dos aparelhos e o respirar pesado do avô. Era estranho como aquele quarto frio parecia mais lar do que a própria fazenda naquele momento. Rafael apertou a mão dela de leve, como quem pergunta sem palavras: você está bem?
Ela respondeu apertando de volta: não, mas estou aqui. Quando Isa finalmente ergueu o rosto, ele enxugou a lágrima que escorria, devagar, com o polegar.
— Você não precisava estar sozinho. — el