A estrada até a cidade parecia mais longa do que nunca. Isabella dirigia devagar, as mãos firmes no volante, o olhar perdido além do asfalto. A fazenda ficara para trás por algumas horas, mas o cheiro, os ruídos, as responsabilidades — tudo ainda estava nela.
No banco do carona, o lenço azul de Seu Anselmo vinha com ela.
“Se ele acordar e não me ver lá... ele vai brigar.” Ela sorriu sozinha, mas sua garganta apertava.
Chegou ao hospital perto do fim da tarde, quando o sol tingia as paredes de l