A estrada de terra surgiu como um suspiro conhecido quando Isabella diminuiu a velocidade do carro. Clara, no banco de trás, reconheceu antes mesmo de ver a porteira.
— É aqui, mamãe! — disse, animada, batendo palminhas.
Isabella sorriu, sentindo o peito se abrir. A fazenda sempre fazia isso com ela. Não importava quanto tempo passasse, quantas cidades atravessassem — aquele chão ainda a chamava pelo nome.
Tonico estava perto do curral quando ouviu o barulho do carro. Tirou o chapéu, abriu um s