A manhã começou com um barulho diferente no terreiro — não alto, não urgente, apenas constante. Isabella levou alguns segundos para perceber que não vinha dos animais nem do vento, era música. Abriu a janela do quarto e encontrou Rafael sentado no degrau da varanda, o violão apoiado no joelho, tocando com cuidado, como quem conversa em voz baixa. Clara estava sentada ao lado dele, de pijama, batendo as mãos no ritmo que inventava. Isabella sorriu antes mesmo de sair da cama.
Quando se aproximou