Eu não sei quanto tempo fiquei sentada no banco do quarto depois que Caio saiu, mas minha respiração ainda estava presa no peito, como se algo grande estivesse para explodir dentro de mim. Cada memória nova abria uma rachadura, e cada rachadura deixava surgir uma espécie de assombração silenciosa: o verdadeiro Christopher.
A presença dele era como uma impressão digital na minha mente — pequena, mas impossível de apagar.
Eu estava com a cabeça baixa quando a porta abriu devagar, revelando Caio p