Algumas horas se passam na festa. James foi embora logo após nossa conversa, e eu saí algum tempo depois. Enquanto dirijo a caminhonete, uma música toca direto do pendrive da minha mãe, um country romântico, quase melancólico demais para o momento.
Respiro fundo, mantendo os olhos na estrada, mas antes que possa avançar, vejo algo que me faz pisar no freio de imediato. Um cavalo está caído no meio do asfalto, a pata presa em uma armadilha para lobos. Ele relincha de dor, e meu coração aperta.