O mundo podia estar tremendo lá fora, mas ali—naquela clareira ainda marcada por cinzas de luz—existia apenas um centro real:
Lyria.
Kael a manteve encostada ao peito, sentindo a respiração dela como quem segura uma chama fraca no meio de um vendaval. Elyon permanecia perto demais para fingir calma. Os dedos dele ainda estavam entrelaçados aos dela, como se o toque fosse o único caminho de volta caso ela tentasse sumir outra vez.
Lyria abriu e fechou os olhos devagar, tentando organizar o que v