O chão sob os pés deles vibrou de forma irregular — como se o território estivesse respirando pela última vez.
Fragmentos de pedra caíam das paredes.
O ar ficou denso, cheio de eletricidade viva.
As runas do teto apagavam e reacendiam como lâmpadas prestes a estourar.
Lyria ainda sentia a onda do segundo selo correndo por suas veias.
Era como ter fogo líquido misturado ao sangue — quente, frio e impossível de controlar.
Kael cambaleou até ela, mesmo tremendo.
— Lyria… você precisa sair daqui