O raio de luz prateada atravessou o céu rachado como uma lâmina.
Ele não só iluminou o território — ele chamou tudo que vivia nas bordas daquele mundo.
E chamou alguém que jamais deveria estar ali.
A quilômetros dali, Kael caiu de joelhos na terra seca, o peito ardendo como se tivesse fogo dentro. O rastreio proibido queimava seu pulso onde o juramento marcava a pele.
— Droga… droga… — ele arfava, cuspindo sangue.
A cada passo, a energia do vínculo puxava ele para frente.
Não dava para parar.
N