O ar não se movia.
Quando Lia, Etan, Rune, Elian e Miriam adentraram a clareira que dava entrada à Floresta do Silêncio, foi como se tivessem ultrapassado o limite do mundo. Cada passo parecia pesar mais que o anterior. A vegetação era densa, mas não pela presença de galhos ou folhas — era a sensação. Uma pressão invisível que os envolvia, como se o próprio espaço estivesse vivo.
O som havia desaparecido. Não havia canto de pássaros, nem o farfalhar das folhas. Até mesmo a respiração parecia ab