O caminho até o Cartório Almeida foi silencioso.
Gustavo dirigia sem tirar os olhos da estrada. Henrique ocupava o banco do passageiro e, no banco de trás, Maytê permanecia olhando pela janela. O envelope com o testamento confidencial descansava sobre seu colo.
Ninguém dizia nada, cada um parecia preso aos próprios pensamentos.
A frase escrita por Augusto Ferraresi ainda ecoava na mente de todos.
"Procure o Cartório Almeida. Lá está a última peça."
A última peça. Mas de qual quebra-cabeça?