A casa nunca pareceu tão viva.
O quarto de Aurora, que durante meses foi apenas um sonho, agora tinha um berço ocupado. Uma mantinha dobrada, mamadeiras sobre a cômoda e um cheirinho de bebê que parecia transformar cada canto da fazenda.
Maytê parou na porta do quarto e sorriu.
— Ela está em casa.
— Nossa filha está em casa. — Gustavo olhou ao redor, emocionado.
Ainda custava acreditar.
Henrique e Elisa ajudaram a descarregar as malas, Lucas fez questão de carregar uma sacola pequena.
— E