Os meses passaram depressa.
A barriga de Maytê já não podia mais ser escondida e cada pequeno movimento do bebê era comemorado como um grande acontecimento.
Gustavo continuava conversando com o filho todas as noites, lia histórias em voz alta, cantava músicas completamente desafinadas e terminava sempre da mesma forma.
— O papai ama você.
— Ele ainda nem nasceu e já sabe reconhecer sua voz. — Maytê riu.
— Espero que reconheça.
— Vai reconhecer. — afirmava sorridente.
Naquela madrugada, po