O quarto do hospital ainda estava silencioso quando os primeiros raios de sol atravessaram a janela.
Maytê acordou devagar.
A primeira coisa que viu foi Gustavo, sentado na poltrona ao lado do berço.
Ele havia passado a noite inteira acordado e agora segurava a mãozinha da filha enquanto a observava dormir.
— Você não dormiu nem um minuto, não é? — Maytê sorriu.
— Tentei. — ele olhou para ela e deu de ombros.
— Mentiroso.
— Ela respirava tão baixinho que eu precisava conferir se estava tu