Cinco anos depois.
O sol nascia sobre a Fazenda Bela Vista, iluminando os campos onde cavalos corriam livremente.
A casa estava diferente. Havia brinquedos espalhados pela sala, desenhos coloridos presos à geladeira, livros infantis ocupando espaço onde antes existiam apenas relatórios da empresa.
Era exatamente a bagunça que Gustavo sempre sonhou ter.
— Papai! — a voz de Aurora ecoou pelo corredor.
Ela apareceu correndo, com os cabelos castanhos presos em duas pequenas marias-chiquinhas.
— Voc