Dez anos depois.
O sol da manhã iluminava a Fazenda Bela Vista.
Aurora, agora com dez anos, atravessava o campo montada em Estrela. Seus cabelos dançavam ao vento, e seu sorriso lembrava muito o de Maytê.
— Devagar! — gritou Gustavo da varanda.
— Eu estou, pai! — ela apenas acenou com a mão.
— Você dizia a mesma coisa quando aprendeu a montar. — Maytê riu ao lado dele.
— E você acredita nela?
— Confio na nossa filha.
Gustavo sorriu.
Depois de tantos anos, ainda era um pai protetor. Mas aprender