JUSTIÇA POÉTICA

MAIZON CLIFFORD

Estava deitado tranquilo em minha cama na maldita cela, já estou aqui há dias e a cada dia que passa minha paciência vai mais e mais para o ralo. Eu não posso sair daqui porque o maldito juiz não me deu chance de recorrer da decisão. Eu nem tentei subornar aquele imbecil, eu estava certo de que sairia dessa, mas olha onde eu vim parar: Em uma maldita cela xexelenta e minúscula, e ainda fico impedido de sair daqui para os famosos banhos de sol porque espalharam pra todos que eu estuprei uma mulher. Não sei até quando eu vou aguentar ficar aqui nessa imundície, não consigo ficar 40 anos nessa merda, eu sou Maizon Clifford, sou melhor que esse bando de primatas imundos.

Quando dá por volta de 14 horas, escuto o carcereiro passando na minha cela perguntando se eu quero ir para o banho de sol, todos os dias ele fez isso durante os quase cinco meses que eu estou aqui. Eu sempre recuso, claro, lá fora eu estarei desprotegido, todos os estupradores que têm aqui em celas vizin
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