165. Desabafo
O terceiro dia de repouso começava devagar. O sol atravessava as cortinas com timidez, e o silêncio do apartamento de Isabela era interrompido apenas pelo ruído leve do vento e o ocasional som de mensagens chegando. Ainda de pijama, sentada com uma manta nos ombros e uma caneca de chá nas mãos, ela encarava o notebook fechado sobre a mesa da sala como se ele fosse um inimigo prestes a atacá-la a qualquer momento.
A febre havia cedido, mas o cansaço ainda pesava nos ombros, agora não só físico,