A voz dele era grave, carregada de deboche. Tentei encará-lo com firmeza, mas minha garganta travou.
— Quem é você? O que quer de mim? — Perguntei tentando recuperar o folêgo.
Ele sorriu de lado, um sorriso que não tinha nada de amistoso.
— Não sou eu que quero alguma coisa. Só estou cumprindo ordens.
— Ordens de quem? — minha voz saiu mais firme do que eu esperava.
— Ah… — ele agachou-se na minha frente, segurando meu queixo com força. — Isso você vai descobrir na hora certa princesa.
Afastei