Assim que deixei o prédio do Grupo D’Ambrosio, respirei o ar quente da cidade como quem prova pela primeira vez a liberdade. Mas não era liberdade o que eu sentia era responsabilidade. Agora, mais do que nunca.
O motorista já me esperava com a porta aberta, e apenas assenti. Nenhuma palavra foi dita durante o trajeto até a Phoenix. Por fora, eu mantinha a compostura intacta. Por dentro, minha mente girava como um tabuleiro de xadrez finalmente sob meu domínio.
Ao chegar à empresa, o som dos meu