Narrado por Yakov Smirnova
Voltei para a Rússia com um gosto amargo na boca e a obrigação de um homem humilhado: trazer de volta o rosto que manchou meu sobrenome. Não por amor, não por orgulho paternal — por sujeira, por revanche. Cada passo meu naquela cidade lembrava que eu fui expulso como um cachorro. Agora, meu trabalho é rastejar e provar que ainda sei comandar, mesmo que seja para cumprir ordens de um italiano que me comprou como peão.
Estacionei a uma quadra da mansão. Preferi a distân