Narrado por Maksim
Quando Antonella entrou no carro do meu motorista, eu só saí da frente do hospital depois de ver o carro sumindo na rua. Não importava o que ela pensasse de mim agora. Eu precisava saber que ela e a criança estavam seguras.
Minutos depois recebi a mensagem confirmando que o motorista tinha deixado as duas na porta do hospital. E mesmo assim mandei o Lev seguir de longe. Antonella não podia notar, mas eu não ia deixar ninguém chegar perto dela enquanto eu respirasse.
Amanhecia quando eu entrei na sede da Bratva. Eu nem pensei em dormir. Fui direto para o subsolo, onde as coisas importantes realmente acontecem.
O motorista ladrão já estava amarrado na cadeira. Lev estava encostado na parede com a mesma cara dele de sempre quando acorda cedo: tédio absoluto.
Lev: Não sei por que você queria esse inútil, mas ele tá aí. Precisa de mais alguma coisa?
Estendi a mão.
Maksim: Uma barra de ferro.
O som do metal tocando na minha mão foi quase terapêutico. O motorista arregalou