Maksim
Era quase quatro da manhã e a Antonella tava dormindo. Dormindo de verdade, respirando fundo, com o rosto relaxado pela primeira vez desde que eu conheci ela naquele clube miserável. Eu fiquei olhando por alguns segundos, mas eu tinha duas coisas pra resolver. Urgentes.
Saí da suíte do hotel e fui pra sacada privativa, pro ponto mais afastado, porque eu não queria que ela escutasse nada. Ela não sabe quem eu sou — e eu não quero que saiba agora. Não com a filha dela internada, lutando co