MAKSIM
Ela ficou ali parada, me olhando como se ainda estivesse processando o que eu tinha acabado de dizer. A mão tremia, mas o olhar… o olhar era firme.
E caralho… que mulher.
A porra da russa inteira podia cair aos meus pés, que nenhuma delas chegava aos pés daquela italiana loira, de olhos claros e um rosto tão delicado que chegava a irritar.
Medo e coragem estampados ao mesmo tempo.
Um contraste que me deixou duro na hora.
Maksim: Eu tô esperando, Antonella…
Ela respirou fundo, deu dois passos e se ajoelhou na minha frente. Colocou as mãos nas minhas coxas e me encarou de baixo pra cima.
Porra… aquilo ali podia matar um homem.
Maksim: Assim. Olhando pra mim o tempo inteiro.
Ela segurou meu pau com cuidado, passou a língua devagar na ponta, explorando, e deu uma chupada leve, quase inocente. Mas efeito de inocente não tinha nada — eu gemi baixo na hora, segurando o lençol.
Primeira vez ou não, essa mulher nasceu pra me foder o juízo.
Maksim: Isso… chupa gostoso pra mim. Se fizer d