CAROL
Antony me olha de lado, encostado na bancada, a xícara na mão.
— É um até logo, não fica com essa cara de choro — diz, a voz suave, e antes que eu possa responder, ele me puxa para os braços, tão rápido que levo um susto. O calor do peito dele contra o meu me desarma, e por um segundo, me permito relaxar, o cheiro de couro e sol me envolvendo. — Vou cuidar de você — ele murmura, os lábios perto do meu cabelo. — Tenho certeza de que aquela ruiva incendeia meu rancho.
— Ela faria isso — d