A campainha tocou e eles olharam um para o outro.
— Estás à espera de alguém? — ele perguntou.
Fátima deu de ombros, mas o coração já batia a mil. Elias não podia ser visto ali. Nem por brincadeira.
— Não. Mas ninguém pode te ver aqui — sussurrou. — Vai logo para o quarto.
Elias levantou e pegou o prato.
— Não. No meu quarto não entra comida — reclamou.
Ele apenas revirou os olhos.
— Fala sério! — ele retrucou, indignado.
Ela deu de ombros. Não ia abrir mão da sua regra.
— Queres que a pessoa pe