Segunda-feira.
Levantei-me às seis, com o corpo cansado e a alma inquieta. Fiz tudo no automático — o banho rápido, a troca de roupa, a mochila nas costas. Peguei Vitor ainda dormindo, o rostinho sereno encostado em meu ombro, e caminhei até a casa de Callie.
Ela já me esperava na porta, sorridente, como fazia todos os dias.
— Entre, querida. — abriu passagem para mim.
Deitei o Vitor na cama de casal, ajeitando os travesseiros ao redor, criando uma pequena fortaleza para protegê-lo. Dei-lhe um