— Não brigaremos mais — disse ele, por fim, num tom inesperadamente sereno.
Observei seu rosto com cuidado: as olheiras fundas, os traços marcados, o semblante abatido. Parecia mais velho, mais exausto.
— Quero me desculpar pelo que ocorreu na hora do café. Não apenas porque o momento da refeição é sagrado... mas também pelo meu comportamento. — Fez uma pausa. — Você é uma boa mãe, não tenho dúvidas disso.
As lágrimas vieram, silenciosas.
Senti a tensão se dissolver dentro de mim, mesmo que por