O silêncio era absoluto.
As luzes do corredor já haviam se apagado automaticamente, restando apenas a claridade fraca vinda da minha sala. Eu devia ter ido embora há horas, mas o relatório precisava estar pronto até a manhã seguinte, e a última coisa que eu queria era chegar atrasada e despreparada.
Bebi o resto do café frio que ainda restava na caneca, fazendo uma careta. Nem aquilo mais me ajudava.
Enquanto digitava as últimas linhas, senti um arrepio correr pela nuca quando alguém se a