Elara travou por um instante. Desde aquele dia, Ahmet se tornava cada vez mais abrasivo e difícil. Ela engoliu a seco a pergunta de Demir e não o respondeu, continuando a picar os temperos.
— Ei. Não é culpa sua, garota. - Demir lhe tocou o braço, afagando-a. Aquele gesto parecia tão próximo e respeitoso.
— Foi sim. Eu provoquei a situação. - Ela respondeu, a voz trêmula. - Eu estava dançando para ele. Que inocente. - Ela se repreendia. - Me sinto tão envergonhada quando penso nisso hoje.
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