— Elara! Por misericórdia, me perdoe. - Demir pediu, encabulado. - Eu... A Yasemin... — Ele ouvia a gargalhada gostosa dela.
— Tudo bem se quiserem autenticar a joia. - Ela permitiu. - Eu vou ficar feliz em poder buscar. São ourives? Joalheiros, pelo que eu entendi.
— Sim. Eu... Eu estou tão envergonhado. - Demir se rendia, manso como um cão de companhia, para surpresa da irmã, calada, observando a cena. O irmão não percebia que já estava dominado.
— Não fique. Já estamos em maus lençóis de qu