Demir revirou o mercado, encontrando um par de brincos que combinariam com o bracelete que ela usava sempre. Uma imagem o nocauteava: Elara, com o bracelete, usava os brincos, a estrela aninhada ao decote, vestes Negras, de fendas profundas, descalça. A maquiagem, marcada, emoldurava o olhar sedutor. Tinha o véu, quase transparente, cobrindo o nariz e a boca. Ele se absorvia, ela habitava sua imaginação erótica e seu medo, simultaneamente. Ele voltou a si, os brincos na mão. "Eu preciso manter