ARTHUR VASCONCELOS
Saí do quarto e fechei a porta suavemente. Desci as escadas. O hall já estava limpo. Nem um caco de vidro, nem um vestígio de poeira.
Bruno estava esperando na biblioteca, junto com Marcos e dois outros homens da minha equipe de elite. A rosa negra, agora sem a redoma, estava sobre a minha mesa, em cima de um pano branco, como uma evidência de crime.
Entrei na sala e a atmosfera ficou pesada.
— Relatório — ordenei, caminhando até o bar e servindo-me de uma dose generosa de uí