CAMILA NOGUEIRA
Larguei o celular.
"Vá até a entrada". Era uma armadilha?
Levantei-me, com a curiosidade vencendo o medo novamente e desci as escadas.
No hall de entrada, havia uma movimentação estranha.
Bruno estava lá, segurando uma prancheta eletrônica, de frente para um entregador de uniforme genérico que segurava uma caixa preta, elegante, amarrada com uma fita de cetim cinza.
— O protocolo exige que a gente abra antes, senhor — Bruno disse ao entregador.
— A instrução de entrega foi clara