O sol atravessava as cortinas, espalhando uma luz suave pelo apartamento. Helena caminhava descalça, segurando uma xícara de café, enquanto observava a cidade pela janela. Era apenas mais um dia, aparentemente comum, mas a paz que sentia ultimamente parecia rara e preciosa.
O som da porta se abrindo chamou sua atenção. Eduardo entrou, afrouxando a gravata, os olhos imediatamente encontrando os dela. O cansaço estava visível em seus traços, mas o modo como seus lábios se curvaram em um sorriso a