O quarto permanecia mergulhado na penumbra suave depois do que havíamos acabado de compartilhar. O coração batia acelerado, não apenas pela intensidade dos instantes anteriores, mas pela expectativa do que viria em seguida.
“Há algo que preciso te contar.”
As palavras dele ecoavam como se carregassem um peso maior do que a própria voz. O corpo, ainda aquecido pelo toque, foi tomado por uma ansiedade difícil de controlar. Virei de lado, puxando o lençol até o peito, tentando decifrar no rosto de