Enquanto Gael dirigia para casa, os pensamentos começavam a tomar conta da minha mente. A mão dele tocou a minha, e quando olhei para ele, percebi que me observava com atenção.
— Você está estranha. — A voz dele, calma e curiosa, cortou o silêncio. — O que está pensando? — Gael desviou os olhos da estrada por um momento.
Olhei pela janela, sem saber como organizar as palavras.
— Em muitas coisas. — Fui vaga, tentando esconder a inquietação que me consumia.
Ele fez um som baixo de concordância,