O relógio da sala já marcava mais de oito da noite quando o som inconfundível da porta se abriu. Estava no tapete com os meninos, rindo junto das pequenas descobertas deles, quando o barulho fez o corpo se retesar por um instante. Ainda era difícil acostumar com a presença constante de Gael, mas, pouco a pouco, o incômodo começava a dar lugar a uma estranha familiaridade.
Bruno gargalhava enquanto tentava encaixar um cubo colorido dentro de uma caixa, sem sucesso, e Breno, sempre calmo, observa