O sorriso dela foi tão acolhedor que a vergonha da cena só aumentou. Estava toda amassada, com o baby doll e respingada de mingau, mas Gael, ao meu lado, parecia se divertir com a situação, como se fosse apenas mais uma peça pregada pelo destino.
— Desculpe pela bagunça — murmurei, sem graça, tentando parecer menor do que era.
— Não se preocupe, querida. Muito prazer, sou Charlotte Lubianco. É um prazer conhecê-la.
Havia doçura em sua voz, e o gesto seguinte me surpreendeu: ela tomou Bruno no c