Gael Lubianco
O café da manhã sempre foi um caos organizado aqui em casa.
Pratos batendo, copos quase caindo, risadas altas demais para o horário, Breno contando alguma história que começava no meio e terminava em lugar nenhum, Bruno fazendo perguntas que exigiam respostas filosóficas antes das oito da manhã. Era barulho, era movimento, era vida.
E eu amava cada segundo daquilo.
Mas, naquela manhã, algo estava… fora do lugar.
Percebi no instante em que me sentei à mesa.
Leandra estava ali, fisi