A manhã seguinte parecia envolta em uma preguiça quase acolhedora, como se o universo estivesse consciente da intensidade da noite anterior e tivesse decidido diminuir o ritmo só para que eu pudesse respirar. Acordei sentindo o peso confortável do braço de Gael envolvendo minha cintura e as pernas dele enroscadas nas minhas, num abraço que praticamente me selava à cama.
As meninas estavam agitadas dentro de mim, como se participassem da conversa silenciosa entre nossos corpos. Sorri sozinha, ai