Elize parou no meio do corredor, o peito subindo e descendo de forma descompassada.
Atrás dela, Arthur.
Na frente, Henrique.
Era como se o passado e o presente tivessem se unido para cercá-la. Ela olhou de um para o outro, sem saber pra onde correr.
Mas correr... já não parecia mais uma opção.
Os olhos de Henrique buscavam os dela com intensidade. Ele deu um passo à frente, abaixando o tom de voz:
— Elize... o que está acontecendo?
Ela mordeu o lábio, tentando controlar o tremor que dominav