Arthur estava passando pelo corredor quando viu Elize sair apressada da sala, pálida, a mão tremendo levemente ao tentar ajeitar o cabelo.
Ela mal notou sua presença, os olhos fixos no chão, como se estivesse tentando não desmoronar ali mesmo.
Ele franziu o cenho.
— Elize? — chamou, mas ela já tinha sumido na curva que levava aos banheiros.
Não era do feitio dela sair daquele jeito. Ainda mais depois de chegar tão empolgada pela manhã, com o andar confiante e aquele leve sorriso nos lábi